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26.01.09
Bolívar fuerte termina 2008 24% más débil
por Larry Nieves
286 palabras
El gran Bolívar "Fuerte", la nueva moneda venezolana, terminó el año 2008 con una inflación a nivel nacional de 30,9%, la más alta del continente. Visto desde otra perspectiva, el Bolívar "fuerte" terminó el 2008 un 23,6% más débil y este fue apenas su primer año de vida.
Si hay un problema que el gobierno socialista ha sido completamente incapaz de resolver es el de la inflación. Y no ha de extrañar, porque el gobierno es el causante de la inflación, cuando pone a su banco central a imprimir dinero sin ninguna medida. Durante el 2008 el banco central creó la bicoca de 73 billones de bolívares viejos, ó 73 millardos de bolívares "fuertes" que llevaron la liquidez monetaria al cierre del 2008 a los 192 millardos de bolívares fuertes, lo que significa un incremento casi 62% en la cantidad de dinero circulante.
Con 62% más de bolívares circulando y con apenas 4 ó 5% más de bienes producidos a nivel nacional es obvio que los precios tienen que aumentar.
La culpa no es de los "especuladores", ni de la conspiración internacional capitalista. La culpa recae totalmente sobre los hombros del único ente que tiene la potestad legal de crear dinero: el banco central.
Para este año 2009 es de esperarse mayor inflación, pues los altos personeros del gobierno prácticamente han tirado la toalla y ya no encuentran qué explicación darle a su catastrófica ineptitud monetaria. El mismo presidente vive bajo la ilusión de que la inflación no afecta a los más pobres y con los ingresos petroleros en niveles paupérrimos el gobierno tendrá que hacer malabares para mantener su ritmo de gasto público.
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4 comentarios
Claro que quien hacer compras en un sitio donde todo lo venden racionado, donde la calidad es dudosa, donde tambien se presenta escasez de productos, donde... Y las demas cosas.
NOTA: No soy militante del oficicialismo pero tampoco de la oposición, solo soy un joven que ve con preocupación los acontecimientos de nuestro páis.
De Brasil
Em Janeiro de 2008 "brasileños" que se deram o trabalho de observar a vizinha Venezuela concluiram que o país de Chaves passou a fazer uso de um Currency Board, ou o que "los hermanos" compreendem por "Cuadro de Conversión al tipo de cambio" - ou seja, as variações do Bolívar foram congeladas ante as oscilações das divisas ("monedas") externas; passando a se chamar "Bolívar Fuerte". De certa forma, à primeira vista, essa reforma assemelha-se aos primórdios do "Plan Real en Brasil (1994)" ou do "Plan de Conversibilidad de Cavalo en Argentina (1990)". Todavia, semelhanças à parte, não se tratou de uma conversibilidade plena, visto que o BCV passou a controlar a entrada/saída dos portfólios da Venezuela após "1º del enero 2008" - ainda que o fluxo desse volume não seja algo comparável ao que recebia (e ainda recebe) o Brasil e/ou a Argentina (antes de 1999) quando do lançamento de seus respectivos programas de estabilização (reformas monetáriais).
"Sin Embargo", o "Bolívar Fuerte" foi instituído com controles de capitais que, diga-se de passagem, são muito sucetíveis às práticas corruptivas. Uma foram de verificarmos se "el tipo de cambio" que o BCV promete defender (2,14/$1,00)está em conformidade com as expectativas do mercado venezuelano de divisas é observar o comportamento "del tipo de câmbio" no mercado negro (paralelo) venezuelano. Se as taxas divergirem de forma exacerbada é porque o câmbio fixo não conseguiu alinhar as expectativas de deflação após um ano e, por tanto, para o setor privado venezuelano, a qualquer momento o regime cambial poderá ser abandonado pelo BCV. Todo macroeconomista sabe que não é possível a uma pequena nação manter o câmbio congelado, emissões monetárias e ao mesmo tempo livre trânsito de portfólio com os "gringos". Na realidade, os Bancos Centrais bem que gostariam da manutenção dessa política; mas o fato é que a mesma não é crível a longo prazo. A política de estabilização escolhida na Venezuela foi aquela que conciliou o câmbio fixo com os ditos controles de capitais - mas observe que o governo venezuelano quer porquer quer manter a política das emissões monetárias (criando uma instabilidade na triade de políticas) - isso é verdade porque, do contrário, "los hermanos" venezuelanos não estariam convivendo com uma inflação anual de 30%!
Então está ocorrendo algo óbvil: no longo prazo as reservas internacionais do BCV serão consumidas. Ainda não houve um "ataque especulativo" contra o "Bolívar Fuerte" porque há controles de capital. E, por conta da existência dos controles, não ocorrerá "ataques"! Mas como fica essa política no longo prazo (alguns quadrimestres à frente). A Venezuela, como uma inflação de 30% ano em relação ao mundo (que está entrando numa deflação por conta do prenúncio de uma depressão) está perdendo competitivade. Em outras palavras: o BCV está perdendo divisas externas. Esse cenário é preocupante, visto que o preço do barril de petróleo caiu muito do conta da deflação antecipada nos preços da energia.
Não se assustem se o BVC anunciar, dentro de um ano, um "crawling peg" para "el tipo de cambio". Quando ele o fizer, suas reservas em divisas terão sangrado em demasia e ele começou a ficar reticente com o "Bolívar Fuerte"; que está deteriorando a conta corrente do "Balanço de Pagos". Ele não poderá manter a taxa de câmbio de 2,14/$1 do "Bolívar Fuerte" - a não ser que nesse meio tempo a taxa de inflação venezuelana caia ao nível da deflação mundial e os preços internacionais da energia tenham um salto substancial (aumento real). Em macroeconomia afirmamos que o "Bolívar Fuerte" está sobrevalorizado. A pergunta que deve ser feita "es": até quando!?
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